Moustafa é pré-candidato a Deputado Distrital pelo PSOL-DF. Uma candidatura necessária. Legítima. Histórica. Construída nos territórios, para o povo que sempre construiu Brasília — mas nunca foi chamado a governá-la.
Gnandi Moustafa Yanwo representa uma ruptura histórica na política do Distrito Federal. Não porque é diferente — mas porque é a maioria que nunca foi ouvida.
Professor, pesquisador, palestrante e autor. Mestre em Gestão e Finanças Públicas pela UnB, pós-graduado em Tecnologias Digitais para Educação, licenciado em Letras Francês. Especialista em Inteligência Artificial e políticas públicas. Poliglota — 4 línguas oficiais e mais de 7 idiomas africanos.
Entre 2019 e 2022, atuou como Delegado HCTE Brasil–Mercosul pela Diáspora Togolesa. Em 2024, foi Delegado Eleito na COMIGRAR — Conferência Nacional de Migrações e Refúgio. Uma experiência rara de diplomacia comunitária que nenhum outro candidato ao Legislativo Distrital possui.
Cada proposta nasce da realidade do Distrito Federal — ancorada em dados, territórios e compromissos públicos.
60,6% da população do DF é negra. A pauta racial é eixo de governo — não pauta secundária. Consciência Negra não é comemoração: é emancipação.
Mulheres negras recebem 50,2% do salário de homens brancos — a maior desigualdade do mercado de trabalho. Elas não são suporte: são comando político.
Só 50% das pessoas negras concluem a educação básica, contra 63,4% das brancas (PNAD 2024). A crise educacional do DF não é acidental — é um projeto de segregação.
A exclusão digital nas periferias não é técnica — é política. Tecnologia como ponte para equidade.
Mobilidade é direito. Quem mais precisa se locomover é quem menos pode pagar.
73% dos moradores de favelas no Brasil são negros — padrão que se repete nas periferias do DF. O CEP não pode continuar determinando o destino de ninguém.
Fim da escala 6x1 e regulamentação dos trabalhadores de aplicativo. Dignidade não é concessão.
Brasília é a capital da República. Deve ser referência em direitos humanos, acolhimento e diversidade.
Defender o Cerrado é defender a vida das periferias. Justiça ambiental e social são a mesma luta.
Rodas de conversa, caminhadas, escutas comunitárias e formações políticas. A política que chega onde quase nunca chegou.
EVENTOS EM BREVE
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Candidaturas populares não competem com dinheiro e máquina. Competem com mobilização genuína de base. O voluntariado não é acessório — é a espinha dorsal dessa candidatura.
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