Atualmente, Moustafa lidera uma articulação de conexão acadêmica e cultural entre África e Brasil, defendendo a incorporação obrigatória de disciplinas sobre África, sua história, ancestralidade, culturas, filosofias, contribuições científicas e processos de resistência nos currículos das universidades federais e públicas do Brasil. A proposta busca combater o apagamento histórico e promover uma educação mais inclusiva, crítica e plural, alinhada às demandas de justiça racial, diversidade cultural e formação cidadã. O projeto também visa fortalecer a cooperação acadêmica e científica entre instituições africanas e brasileiras, promovendo intercâmbios, pesquisas e políticas educacionais voltadas à soberania intelectual, à produção de conhecimento e ao desenvolvimento social.
Brasil e África conectados pelo conhecimento, inovação e fortalecimento da educação.

